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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Revelação ZWI

Fomos impulsionados à reaplicação em nossos estudos e publicações relativas à interpretação das circunstâncias que conduzirão ao arrebatamento da Igreja, e à segunda vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, que estão sendo presentemente antecedidas, conforme profetizado na Bíblia, pela grande apostasia dos valores judaicos cristãos, e ao clímax dos eventos que brevemente manifestarão o governo mundial do Anticristo.
A citada reaplicação foi estimulada por uma visão que nos foi dada pelo Senhor das três letras de nosso título, em formato grande e negro – ZWI.
Pesquisando na Internet, a única referência que fazia sentido e correspondia à visão era o nome de “Sabatai-Zwi”, que em 1666 se proclamou o Messias aguardado por Israel, e cujos ensinos se baseavam não no judaísmo com base bíblica, mas no judaísmo baseado na Cabala e no esforço sionista de Israel produzir o seu próprio Messias. É importante frisar que foi a partir de então, que recrudesceu o modo de vida judaico secular que representa atualmente, mais da metade da população de Israel, por terem se afastado do modo de vida baseado nos mandamentos da Bíblia.
É interessante o cruzamento de todo o esforço que vem sendo realizado desde então, com as condições presentes, para a implantação da chamada Nova Ordem Mundial.
Os princípios promulgados por Zwi foram implantados por um dos seus seguidores, Jacob Frank, que formou uma ordem secreta dentro de outra sociedade secreta – a maçonaria, com o fim de trabalhar a destruição dos valores judaico-cristãos bíblicos, para o estabelecimento de um governo mundial que seria firmado com base nos princípios do sabataísmo (não confundir com sabatismo, como, por exemplo, dos Adventistas do Sétimo Dia).
Este foi o fator principal propulsor da Revolução Francesa em 1789-1799, uma vez que o sabatismo/frankismo já havia se infiltrado na maçonaria, em todas as partes do mundo, não somente no Ocidente, como também no Oriente.
Pressupomos que a visão que nos foi dada pelo Senhor é para que nos acautelemos dos falsos cristos que estão se apresentando já neste momento, como os salvadores deste mundo em caos, e que culminará com a manifestação do principal e chefe deles  que será o Anticristo.
As condições para o cumprimento das profecias do Apocalipse estão plenamente amadurecidas em nossos dias, e não antes; pois hoje há tecnologia suficiente para garantir a implantação de um chip contendo a inscrição 666, em todas as pessoas do mundo, com o fim de serem controladas e realizarem toda sua movimentação financeira exclusivamente através do citado chip, que já há algum tempo vem sendo produzido à taxa de um bilhão de unidades por ano.
Lembremos que em 1 de Maio de 1776, Adam Weishapt fundou a Ordem dos Perfeitos, ou Illuminatis. Weishaupt estrategicamente se tornou global e infiltrado com os agentes franquistas entre os ritos das lojas maçônicas britânicas e escocesas. Os ritos iniciáticos até o  trigésimo terceiro grau da maçonaria foram alterados. A mensagem messiânica contrária à Lei de Deus bíblica do judaísmo havia sido então, incutida em todas as nações que compunham o império britânico em todo mundo por meio de suas lojas maçônicas.
A influência destes ritos maçônicos se tornou global, junto às trilhas do imperialismo britânico. Eles são praticados hoje na Europa, América do Norte e do  Sul, Ásia, África, Austrália e Nova Zelândia.
Esta mesma heresia de Zwi se tornou o núcleo da sociedade "Skull and Bones” de Yale, da qual fazem parte muitos presidentes e políticos americanos, e sua marca gigante na CIA e no império financeiro global da América.
O Shabbetaísmo Messiânico de Zwi  é visto hoje naqueles que controlam as relações internacionais da América, no Departamento de Estado e na Presidência dos Estados Unidos.
Com a "Guerra ao Terror", a unidade da América para trazer a democracia com liberdade e prosperidade está se tornando o motor dinâmico, que vai transformar este mundo rapidamente sob o manto de um governo universal.
Foi dos lombos dos llluminatis e sabataístas (seguidores de Zwi), que os judeus, Karl Marx e Friedrich Engel estabeleceram as raízes do comunismo. A partir dos lombos dos Rothschild franquistas sabataístas, John Jowe Astor e Jacob Schiff foram para a América, e contaram com o apoio dos barões usurpadores da América - Rockefeller e JP Morgan, e estabeleceram as raízes do globalismo, no Conselho de Relações Exteriores (CFR). O objetivo do CFR é o de derrubar a Constituição americana, e mudar a diplomacia do país para os interesses da globalização internacional.
Temos assim, um só e único movimento em todo o mundo para a formação do futuro e próximo governo mundial, sob as diferentes capas de capitalismo, comunismo, socialismo etc, que migrarão para um modelo fascista, com o controle total da elite mundial das finanças, dos meios de produção e da força de trabalho. 
Este único movimento a que nos referimos tem seu início marcado, não propriamente no fundador dos illuminatis (Adam Weishaupt), senão em Sabatai-Zwi, que formulou os princípios para a criação do governo do Anticristo.
Não é para se admirar, que o ensino de Zwi tenha angariado tantos admiradores para sua exposição da Cabala – A cantora Madona é uma dessas pessoas – pois Zwi afirmou que a vinda da era messiânica significava que os mandamentos bíblicos não eram obrigatórios, e que Deus agora permitia tudo.
Esta é a oração deles: "Louvado seja aquele que permite o que é proibido"
Uma vez que todas as coisas seriam permitidas na era do messias, Zwi declarou que muitas das antigas restrições morais da Torá não eram mais aplicáveis. Ele aboliu as leis sobre relações sexuais; e finalmente declarou, que todos os trinta e seis grandes pecados bíblicos eram agora permitidos, como também instruiu alguns de seus seguidores, que era seu dever praticar tais pecados, a fim de apressar a Redenção.
Esta é a religião do Anticristo, que tem sido abraçada pelo mundo desde os dias de Zwi.
Ele é o ponto de partida para as blasfêmias, perseguições e críticas aos mandamentos de Deus que são características da profecia relativa ao Anticristo. O berço já foi preparado para recebê-lo.
Vigiemos e oremos, e nos exortemos à pratica do amor cristão e às boas obras; isto porque o tempo da volta do Senhor está às portas.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O Declínio da Pregação Contemporânea

John F. MacArthur, Jr.
Você já percebeu como diversos comerciais de televisão não falam especificamente sobre os produtos que anunciam?
Um anúncio de jeans apresenta um comovente drama a respeito da infelicidade dos adolescentes, mas não se refere ao jeans. Um comercial de perfumes mostra uma coletânea de imagens sensuais sem qualquer referência ao produto anunciado. As propagandas de cerveja são algumas das mais criativas da televisão, mas falam muito pouco sobre a própria cerveja.
Esses comerciais são produzidos com o objetivo de entreter, criar disposição e apelar às nossas emoções, mas não para transmitir informações. Com frequência, eles são os mais eficientes, visto serem os que fazem melhor proveito da televisão. São produtos naturais de um veículo de comunicação que promove uma visão surrealista do mundo.
A televisão mescla sutilmente a vida real com a ilusão. A verdade é irrelevante. O que realmente importa é se estamos sendo entretidos. A essência não significa nada; o estilo de vida é o que mais interessa. Nas palavras de Marshall McLuhan, o instrumento é a mensagem.
Amusing Ouselves to Death (Divertindo-nos até a morte) é um livro perceptivo, mas inquietante escrito por Neil Postman, professor da Universidade de Nova Iorque. Ele argumenta que a televisão nos tem mutilado a capacidade de pensar e reduzido nossa aptidão para a verdadeira comunicação. Postman assegura que, ao invés de nos tornar a mais informada e erudita de todas as gerações da História, a televisão tem inundado nossas mentes com informações irrelevantes, sem significado. Ela nos tem condicionado apenas ao entretenimento, tornando obsoletas outras formas de interação humana.
Postman ressalta que até os noticiários são uma apresentação teatral. Jornalistas simpáticos relatam calmamente breves notícias sobre guerras, assassinatos, crimes e desastres naturais. Essas histórias catastróficas são intercaladas por comerciais que banalizam suas informações, isolando-as de seu contexto. Em seu livro, Postman registra um noticiário em que um almirante declarou que uma guerra nuclear mundial seria inevitável. No próximo segmento da programação, houve um  comercial do Rei dos Hamburgers.
Não se espera que nossa reação seja racional. Nas palavras de Postman, “os espectadores não reagirão com um senso da realidade, assim como a audiência no teatro não sairá correndo para casa, porque alguém no palco disse que um assassino estava solto na vizinhança”.
A televisão não pode exigir uma resposta sensata. As pessoas ligam-na para se divertir, não para serem desafiadas a pensar. Se um programa exige que pensemos ou demanda muito de nossas faculdades intelectuais, ninguém o assiste. A televisão tem diminuído o alcance de nossa atenção. Por exemplo, alguma pessoa de nossa sociedade ficaria de pé, entre uma sufocante multidão, durante sete horas para ouvir os debates dos candidatos a presidente da República?
Sinceramente, é muito difícil imaginar que nossos antepassados possuíam esse tipo de paciência. Temos permitido a televisão nos fazer pensar que sabemos mais agora, enquanto na verdade estamos perdendo nossa tolerância na área de pensar e aprender.
Sem dúvida, a mensagem mais vigorosa do livro de Postman está em um capítulo sobre religião. Esse homem não-crente escreve com profundo discernimento a respeito do declínio da pregação. Ele contrasta a pregação contemporânea com o ministério de homens como Jonathan Edwards, George Whitefield e outros.
Estes homens contavam com um profundo conteúdo, lógica e conhecimento das Escrituras. Em contraste, a pregação de nossos dias é superficial, com ênfase no estilo e nas emoções. Na definição moderna, a “boa” pregação tem de ser, antes de tudo, breve e estimulante. Consiste em entretenimento, não em ensino, repreensão, correção ou educação na justiça (2 Tm 3.16).
O modelo da pregação moderna é o evangelista esperto que exagera as emoções, traz consigo um microfone, enquanto anda pomposamente ao redor do púlpito, levando os ouvintes a baterem palmas, movimentarem-se e fazerem aclamações em voz bem alta, ao tempo em que ele os incita a um frenesi. Não existe alimento espiritual na mensagem, mas quem se importa, visto que a resposta é entusiástica?
É lógico que a pregação em muitas das igrejas conservadoras não se realiza de maneira tão exagerada assim. Mas, infelizmente, até a pregação de nossos dias é superficial, com ênfase no estilo e nas emoções.
Algumas das melhores pregações de nossos dias contêm mais entretenimento do que ensino. Muitas igrejas têm um sermão característico de meia hora, repleto de histórias engraçadas e pouco ensino.
Na verdade, muitos pregadores consideram o ensino de doutrinas como algo indesejável e sem utilidade prática. Uma grande revista evangélica recentemente publicou um artigo escrito por um famoso pregador carismático. Ele utilizou uma página inteira para falar sobre a futilidade tanto de pregar quanto de ouvir sermões que vão além de mero entretenimento.
Qual foi a sua conclusão?
As pessoas não recordam aquilo que você pregou; por isso, a maior parte da pregação é perda de tempo.
“Procurarei fazer melhor no próximo ano”, ele escreveu, “isto significa desperdiçar menos tempo ouvindo sermões demorados e gastando mais tempo preparando sermões curtos. As pessoas, eu descobri, perdoarão uma teologia pobre, se o culto matinal terminar antes do meio-dia”.
Isto resume com perfeição a atitude que predomina na igreja moderna. Existe uma semelhança entre esse tipo de pregação e os comerciais de jeans, perfume e cerveja na televisão. Assim como os comerciais, a pregação moderna tem o objetivo de criar uma disposição íntima, evocar uma resposta emocional e entreter, mas não o de comunicar necessariamente algo da essência das Escrituras. Esse tipo de pregação é uma completa acomodação a uma sociedade educada pela televisão.
Segue o que é agradável, porém revela pouca preocupação com a verdade. Não é o tipo de pregação ordenada nas Escrituras. Temos de pregar a Palavra (2 Tm 4.2); falar o que convém à sã doutrina” (Tt 2.1); ensinar e recomendar “o ensino segundo a piedade” (1 Tm 6.3).
É impossível fazer estas coisas se nosso alvo é entreter as pessoas. O futuro da pregação expositiva é incerto. O que um pastor sincero tem de fazer para alcançar pessoas que se mostram indispostas e incapazes de ouvir com atenção e raciocínio exposições da verdade divina?
Este é o grande desafio para os líderes da igreja contemporânea. Não devemos nos render à pressão para sermos superficiais. Temos de encontrar maneiras de fazer conhecida a Palavra de Deus a uma geração que não apenas recusa-se a ouvir, mas também não sabe como ouvir.

Notas:
1. Neil Postman, Entertaining
Ouselves to Death (Nova Iorque, Penguin,
1984), p. 104.
2. Jamie Buckinham, “Wasted
Time”, Charisma (dezembro de
1988), p. 98.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

O Evangelho Tem Seus Maiores Inimigos na Própria Igreja

 Rumando para a Apostasia
 No ano de 1996 fui convidado a participar do Mestrado de Missões que seria ministrado pelo Seminário Fuller da Califórnia, aqui no Brasil.
O Senhor me orientou a observar o teor das ministrações, e que retivesse apenas o caráter das informações, mas que eu não aceitasse o chapéu cardinalício, ou seja, que não apresentasse a tese requerida pelo mestrado.
O tempo passou, e hoje vejo a razão daquela orientação recebida, pois o citado seminário se desviou logo no início da sua formação, da inerrância bíblica, pelo esvaziamento da escola teológica, para espalhar mundo afora seu projeto social denominado crescimento de igrejas.
Eu estranhei muito, quando um dos professores afirmou, que não importava o que fosse ensinado nas igrejas, o importante era identificar seus pontos fortes para o aumento do número de membros. Eu havia rebatido esta tese de pontos fortes em aula, dizendo-lhe que não poderia considerar como sendo uma igreja, certos grupos que sequer pregam e ensinam o evangelho, senão que se valem de práticas pagãs para atraírem pessoas a se reunirem debaixo do nome de Jesus Cristo. E citei alguns exemplos. Ele se irritou comigo pela consideração apresentada, e reafirmou seu ponto de vista.  
Segundo este professor americano, a igreja tem dois braços: um teológico e outro missiológico, sendo que o mais importante deles para ele (e não somente ele, como para todos do Fuller) está amarrado à missão de alcançar o mundo, e não propriamente à teologia.
Ora, se missões não são definidas pela sã doutrina teológica, qual será então a mensagem que deve ser pregada e ensinada? Eu pensava comigo.
Achei também estranha, a inclusão de muitos católicos romanos do passado como sendo agentes missionários em mesmo pé de igualdade com os missionários protestantes.
Também de outro professor ouvimos a citação, de que apenas as parábolas de Jesus deveriam ser ensinadas aos crentes, pois tudo o mais não era relevante para o seu aprendizado.    
Deste mesmo pastor argentino de renome internacional ouvimos que a Igreja deve ser estabelecida com as famílias pertencentes à região paroquial de cada congregação, baseado no princípio de que a salvação é de toda a família quando alguém se converte ao evangelho, e assim, os familiares do novo convertido também deveriam ser convidados a participar da membresia da congregação.
Eu fiquei muito desconfiado de tudo aquilo, que somente com o tempo viria a entender bem mais claramente.
Na verdade, a influência do Fuller foi tão gigantesca que muitos dos movimentos que temos em nossos dias, que estão conduzindo a Igreja rumo à grande apostasia que levará o Anticristo ao poder, foram moldados com a participação direta ou indireta do Fuller.

Leia o seguinte artigo a seguir, de autoria de Thomas Ice:
Paul Smith, irmão do pastor Chuck Smith, da conhecida igreja Calvary Chapel [Capela do Calvário], escreveu um novo e importante livro: New Evangelicalism: The New World Order(Novo Evangelicalismo: A Nova Ordem Mundial).[1] Nesse livro, Smith identifica os ardis que ameaçam destruir a eficiência da crença na Bíblia, na pregação do Evangelho, nas igrejas que ensinam a Bíblia, como aquelas do próprio grupo da Calvary Chapel. O livro traça as raízes dos perigos dos últimos duzentos anos que estão à espreita no horizonte e ameaçam as igrejas bíblicas nos dias atuais, demonstrando como tantos evangélicos já tomaram de seu veneno.
Smith não expõe apenas o problema, que é o abandono da inerrância das Escrituras, mas mostra também qual é a solução e como ela pode reavivar nossas igrejas evangélicas.

Origens do Problema
Peter Drucker, o guru da administração, é identificado como o personagem-chave que influenciou o surgimento do movimento do crescimento de igrejas no Seminário Fuller, que levou a tantas influências contrárias ao Evangelho dentro do evangelicalismo. Smith demonstra historicamente que a filosofia existencial de Soren Kierkegaard influenciou Drucker, levando-o à sua teoria pragmática e abordagem comunitária e ao papel da igreja em sua comunidade ideal. Karl Barth, o famoso teólogo suíço neo-ortodoxo, também sorveu profundamente das idéias de Kierkegaard, e, por sua vez, cativou Daniel Fuller, o filho de Charles Fuller, que fundou o Seminário Fuller em 1947.
Embora o Seminário Fuller, em Pasadena, no estado da Califórnia, Estados Unidos, tenha começado bem, lá pelos anos 1960 tinha abandonado a inerrância e começado sua descida pela ladeira escorregadia rumo ao liberalismo moderno. Smith observa que Harold Lindsell, antigo membro do corpo docente do Fuller, documentou o abandono da inerrância em seu famoso livro The Battle for the Bible (A Batalha Pela Bíblia), em 1976.[2] Smith fornece detalhes muito mais abrangentes dos acontecimentos de bastidores nos âmbitos filosófico e histórico, que levaram à rápida queda teológica do Seminário Fuller. Eles estabelecem o cenário para os motivos porque aquela escola tem estado no epicentro de muitas das influências que contaminaram o evangelicalismo nas últimas três décadas.
Peter Drucker, o guru da administração, é identificado como o personagem-chave que influenciou o surgimento do movimento do crescimento de igrejas no Seminário Fuller, que levou a tantas influências contrárias ao Evangelho dentro do evangelicalismo.
No cerne do livro de Smith está sua crença, com a qual concordo, na noção de que o rebaixamento bíblico, ou seja, a apostasia começa com um afastamento da crença na doutrina da inerrância [da Bíblia]. Isso geralmente acontece dentro das instituições acadêmicas, que supostamente existem para treinar a próxima geração de líderes que darão apoio à igreja. Em vez disso, essas instituições destroem a confiança na Palavra de Deus, que a próxima geração de líderes necessitará para nutrir e fazer expandir a igreja.
O livro tem um excelente capítulo denominado “How Historical Drift Happens” [Como Acontece a Deriva Histórica]. Nesse capítulo, Smith explica como a maneira de pensar do mundo passa a dominar a igreja. Basicamente, isso começa com a negação da inerrância, o que significa que há uma perda de confiança na Palavra de Deus como a autoridade máxima para o homem. Assim, uma dada igreja fica aberta aos pensamentos dos homens como se estes tivessem a mesma autoridade da Bíblia. O próximo passo é trazer coisas como a sociologia, o marketing e a psicologia para dentro da igreja para fornecer uma base à filosofia de ministério, que é o que tem sido feito pelo Movimento de Crescimento da Igreja.
Um testemunho surpreendente sobre o declínio do Fuller é fornecido por Smith – o relato do então aluno Wayne Grudem, em 1971, que hoje é um conhecido teólogo evangélico:
Enquanto eu ainda estava fazendo curso de graduação na Universidade Harvard, ouvi advertências de que o Seminário Fuller estava comprometendo seriamente a verdade da Palavra de Deus. Embora essas advertências viessem de fontes respeitáveis como Francis Schaeffer, John Montgomery e daChristianity Today [Cristianismo Hoje], não acreditei nelas. Agora acredito!
Nenhum dos meus cursos [no Fuller] reforçou minha confiança na Bíblia. Ainda mais desoladora é a estreiteza mental: não tive nenhum professor que ensinasse a inerrância bíblica, nem mesmo como uma opção possível. Os alunos com quem converso não possuem nenhum conhecimento das grandiosas defesas da inerrância feitas recentemente por homens como E. J. Young, Ned Stonehouse, e Cornelius Van Til.
Estou preocupado com o Seminário Fuller, mas não tenho nenhuma proposta de solução. As cartas estão todas lançadas na direção de maiores concessões e comprometimentos. Os docentes parecem pensar que detêm a única solução possível; os que pensavam de forma diferente foram embora da escola. Mas, quanto a mim, quero um seminário que faça de mim um ministro da Palavra de Deus, não um crítico. Não tenho escolha, senão ir embora.[3]

O Movimento de Crescimento da Igreja
Nos anos 1960, Daniel Fuller, filho do fundador voltou da Suíça onde havia estudado na Universidade de Basiléia e onde aderira à teologia liberal de Karl Barth. Fuller trouxe aquela mentalidade para o Seminário de seu pai, o que apressou o declínio da instituição. A data na qual o Seminário Fuller abandonou oficialmente a inerrância é identificada como dezembro de 1962.[4] A degradação do Seminário Fuller e seu baixo conceito sobre a Bíblia foram fatores que levaram seus líderes a fundarem a Escola de Crescimento da Igreja, que empregava princípios pragmáticos e freqüentemente humanistas.
Em 1971, C. Peter Wagner tornou-se professor de Crescimento da Igreja no Fuller. A ênfase nas ciências sociais, não na Bíblia, era o enfoque de Wagner e de outros influenciados pela “ciência” do crescimento da igreja. “A maneira de muitos pastores fazerem suas igrejas crescer foi o uso de programas sociais”,[5] observa Smith. Wagner associou-se a John Wimber para ministrar as aulas de Sinais e Maravilhas místicos, que se tornaram muito populares entre os alunos do Fuller. Rick Warren, da Igreja Saddleback, em Orange County, Califórnia, obteve seu grau de Doutor em Ministérios na Escola do Crescimento da Igreja e foi profundamente influenciado por seu pensamento. Combinado com [as idéias de] seu mentor, o sociólogo incrédulo Peter Drucker, e as últimas do Fuller, Warren foi adiante e se tornou o pastor mais influente da América.

Um Casamento Profano
A partir do Movimento de Crescimento da Igreja dos últimos quarenta anos, surgiu o próximo empurrão pela ladeira escorregadia, para longe da ortodoxia, chamado Movimento das Igrejas Emergentes.
“Rick Warren atribui o espetacular crescimento numérico de sua Igreja Saddleback a seu modelo Com Propósitos, uma estratégia organizacional e de marketing inspirada principalmente em Peter Drucker”,[6] diz Smith. O modelo de Warren para crescimento da igreja é baseado na visão de Drucker sobre a construção de uma comunidade social e não tem nada a ver com o Evangelho. Embora Warren use a Bíblia, sua filosofia de ministério não é retirada da Bíblia, mas derivada de teorias sociais humanísticas, como ele mesmo admite. Isso explica por que Warren está engajado em um esforço global para promover o socialismo em vez de um esforço global para pregar o Evangelho.
A partir do Movimento de Crescimento da Igreja dos últimos quarenta anos, surgiu o próximo empurrão pela ladeira escorregadia, para longe da ortodoxia, chamado Movimento das Igrejas Emergentes.
Warren e outros apoiaram esse movimento. No entanto, Paul Smith observa que seu irmão rejeita totalmente o movimento e já divulgou um manifesto da Calvary Chapel contra essa ameaça ao cristianismo bíblico. Chuck Smith é um crítico do Movimento Emergente e lista algumas de suas objeções:
(1) Que Jesus não é o único caminho através do qual os homens são salvos (...); (2) O pouco caso dado ao inferno (...); (3) Temos dificuldade com a maneira cheia de sentimentalismos com que eles se relacionam com Deus (...); (4) Temos problemas com o uso de ícones para dar-lhes um sentido de Deus ou da presença de Deus (...); (5) Não acreditamos que se deva buscar fazer com que os pecadores se sintam seguros e confortáveis na igreja (...); (6) Será que deveríamos tolerar o que Deus condenou, como, por exemplo, o estilo de vida homossexual? (...); (7) Será que deveríamos buscar nas religiões orientais suas práticas de meditação através da yoga? (...); (8) Eles desafiam a autoridade final das Escrituras (...).
O pastor Chuck termina sua carta com o seguinte comentário: “Há os que dizem que o Movimento Emergente tem alguns pontos positivos, mas o porco-espinho também os tem. É melhor não chegar muito perto!”.[7]

Conclusão
Paul Smith acredita que a ladeira escorregadia na qual tantos evangélicos se encontram está estabelecendo o palco para o globalismo e a Nova Ordem Mundial, que introduzirá o Anticristo logo que a Igreja verdadeira tiver deixado o planeta Terra por meio do Arrebatamento. Não há nenhuma dúvida em minha mente de que Smith está coberto de razão. A forma final da apostasia dentro da igreja falsa será alguma forma de misticismo, que é exatamente para onde a igreja evangélica está rumando firmemente. Tudo parece estar caminhando em direção ao globalismo – nos âmbitos social, econômico, político e religioso.
Smith observa que até mesmo Rick Warren promove um plano global, denominado PEACE [PAZ]. O plano é: Promover a Reconciliação; Equipar Líderes Servos; Dar Assistência aos Pobres; Cuidar dos Enfermos; e Educar a Próxima Geração.[8] Há dois verbos que começam com a letra E no plano PEACE de Warren, mas nenhum deles significa “evangelizar” porque o Evangelho está totalmente fora desse plano.
Em seu livro, Smith não apenas ataca as trevas; em todo o seu texto ele diz aos crentes o que devemos crer e fazer em contraste com o Novo Evangelicalismo. Smith observa como o movimento do qual ele fez parte por mais de quarenta anos – as igrejas da Calvary Chapel – foi edificado, não nos princípios do crescimento da igreja nem no planejamento de homens, mas com base na simples pregação e no ensino da Palavra de Deus e de Seu Evangelho, confiando no Espírito Santo para imprimir aquela Palavra ao coração dos homens, fossem eles crentes ou incrédulos. Quando a Palavra de Deus é proclamada, afirma Smith, o Senhor edifica Sua Igreja.
Francamente, o impacto global do movimento da Calvary Chapel pela causa de Cristo (com milhares de igrejas implantadas em todo o mundo) é provavelmente maior que qualquer outra denominação ou movimento de que eu tenha notícia. Este não foi o produto de planejamento humano, mas o resultado da pregação da Palavra inerrante de Deus, confiando que o Espírito Santo abre o coração das pessoas. Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)
Notas:
1. Paul Smith, New Evangelicalism: The New World Order [Novo Evangelicalismo: A Nova Ordem Mundial] (Costa Mesa, CA: Calvary, Chapel Publishing, 2011), 215 páginas.
2. Harold Lindsell, The Battle for the Bible [A Batalha Pela Bíblia] (Grand Rapids: Zondervan, 1976). O livro seguinte de Lindsell, que deu continuidade a esse, foi The Bible in the Balance [A Bíblia no Equilíbrio] (Grand Rapids: Zondervan, 1979).
3. Wayne Grudem, citado em Billy Graham Center Archives [Centro de Arquivos de Billy Graham], Wheaton, IL. Harold Lindsell Collection 192, Folder 6-20ss, Item 3, em Smith,New Evangelicalism, p. 74.
4. Smith, New Evangelicalism, p. 95.
5.  Smith, New Evangelicalism, p. 108.
6.  Smith, New Evangelicalism, p. 126.
7. Smith, New Evangelicalism, pp. 140–41.
8.  Smith, New Evangelicalism, p. 166–67.

Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center (Centro de Pesquisas Pré-Tribulacionistas) e professor de Teologia na Liberty University. Ele é Th.M. pelo Seminário Teológico de Dallas e Ph.D. pelo Seminário Teológico Tyndale. Editor da Bíblia de Estudo Profética e autor de aproximadamente 30 livros, Thomas Ice é também um renomado conferencista. Ele e sua esposa Janice vivem com os três filhos em Lynchburg, Virginia (EUA).

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O Grande Risco em Escolher uma Porta Errada

A salvação da alma, como tudo o mais em nossa vida, possui também a sua porta de entrada.
Esta porta é única, eterna e insubstituível.
Corremos, portanto um sério risco em nos dar por satisfeitos com alguma porta religiosa, filosófica, ou qualquer outra que tenhamos escolhido como porta para a nossa salvação; e no fim da nossa vida, quando esta for aberta, não nos conduzir para o céu, para o nirvana, ou para outras condições agradáveis em relação ao destino eterno do nosso espírito, uma vez que este tiver deixado o nosso corpo pela morte.
Ora, é bem patente que se fosse deixado por Deus, que por nossa própria escolha viéssemos a adotar o modo de vida ou pensamento que nos conduzirá ao céu, é bem certo que todos nós nos perderíamos, porque, afinal, Deus é espírito invisível, e Seus caminhos não são os nossos caminhos, nem os Seus pensamentos os nossos pensamentos.
Se no próprio mundo físico em que vivemos e apalpamos pelo tato, e vemos com nossos olhos, muitas coisas permanecem encobertas ao nosso conhecimento e entendimento, quanto mais isto não é verdadeiro de modo absoluto, quanto ao que se refere ao mundo espiritual, celestial e invisível.
Por isso, Deus, em Sua infinita bondade e misericórdia para conosco, não nos deixou sem a Sua ajuda e direção para nos levar à porta que se abre para o cominho da salvação, do céu, da vida eterna.
Ele não somente nos Deus o Senhor Jesus Cristo para morrer em nosso lugar, pagando o preço exigido pela Sua justiça quanto aos nossos pecados, como também nos atrai para Ele, revelando a Sua pessoa divina, para que pelo poder da Sua graça possa, não somente desvendar nossos olhos para o mundo espiritual verdadeiramente santo e celestial, como também operar a transformação de nossa vida, segundo o caráter e virtudes que foram por Ele descritas na Sua Palavra, que nos foi revelada para confirmar Seu propósito eterno relativo ao modo da nossa salvação.
Assim, as Escrituras não contêm apenas mandamentos de Deus, mas também descrevem as características que passam a existir na vida dos que são salvos, pela Sua graça mediante o arrependimento e fé em Jesus.       
Elas, portanto confirmam se estamos ou não entrando pela única porta e caminho que conduz à salvação, a saber, a pessoa do próprio Senhor Jesus Cristo, que passa a viver em nós em espírito.
É, sobretudo neste sentido que Jesus afirma, que não fomos nós que O escolhemos, mas Ele que nos escolheu. Não meramente num sentido eletivo, mas revelador, diretivo, instrutivo, operativo, porque se não fosse pelo Seu trabalho de nos trazer para a porta e caminho da salvação, jamais conheceríamos aquela vida espiritual, celestial e divina, que é comum a todos que dela têm participado pela fé nEle.
Então, não é pela escolha que faço de uma determinada filosofia de vida ou religião, que posso estar seguro de ir para o céu, ou de estar vivendo do modo que seja agradável a Deus.
Não nos foi dado por Deus escolher o modo de vida que me conduzirá à Sua presença, em espírito, pois este caminho já foi estabelecido por Ele desde antes da fundação do mundo, e não há outros caminhos que possam conduzir ao mesmo objetivo.
Posso orar, louvar, ler a Bíblia, ser caridoso, frequentar os cultos de uma igreja, e ainda assim estar fora do caminho, porque posso fazer tudo isto, sem ter tido um encontro pessoal com Cristo, e por conseguinte, não ter sido regenerado e santificado pelo Espírito Santo, que é quem testifica com o nosso espírito que fomos tornados filhos de Deus pela nossa comunhão com Jesus Cristo.    
João 15:16 Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.

João 15:19 Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

O Cavalo Preto do Apocalipse

Juntamente com os três outros poderes causadores de ruína à Terra, representados nos cavalos branco, vermelho e amarelo; este cavalo (o cavalo preto) tem o significado espiritual de que Deus tem permitido agora, em nossos dias, mais precisamente a partir do ano de 2008, que a economia mundial esteja em crise permanente, conforme era o antigo desejo de Satanás e dos grandes agentes financeiros que controlam a economia em todo o globo, permissão esta que não lhes fora concedida anteriormente, de produzir tal dano de cunho internacional, por um período de tempo continuado e tão extenso.
Há uma inquietação desde que partiu a ordem no céu – “VEM” para a liberação do Cavalo Preto, indicando que havia chegado a hora de produzir a condição que traria inquietação e grande prejuízo às massas (“uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário” – Apo 6.6a), pela ação daqueles que se aproveitariam desta crise produzida por eles próprios para o aumento e a manutenção de sua imensa riqueza no regime fascista da Nova Ordem Mundial (não danifiques o azeite e o vinho.” – Apo 6.6b).
Apo 6:5 Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão.
Apo 6:6 E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.
Foi dada por Deus em 19 de agosto de 2008, a visão do ser vivente e do cavalo preto com seu cavaleiro com a balança na mão, ao Dr David Owuor, e como estava destinado a produzir uma crise econômica global.
E poucos após ter tido a visão, foi anunciada em 15 de setembro de 2008 a quebra de uma das maiores instituições bancárias de investimento global chamada Lehman Brothers.
A anunciada falência da Lehman Brothers  provocou um efeito cascata sobre os mercados de crédito em todo o mundo.
A farra financeira de Wall Street com o seu sistema de pirâmide veio ao conhecimento do público, e aplicações financeiras estavam virando fumaça da noite para o dia, trazendo enormes prejuízos inclusive a países como a China que detém mais de um trilhão de dólares da dívida externa dos EUA.
O dólar está sendo desvalorizado e há uma desconfiança geral quanto à capacidade americana para contornar a crise.  
Veja o artigo do site A Espada do Espírito que destacamos a seguir:
"Homens Desmaiando de Terror, na Expectação das Coisas Que Sobrevirão ao Mundo"
Agora que os mercados financeiros parecem temer a ocorrência de um colapso global, é útil entender que o mundo está sendo propositadamente submetido aos rumores financeiros e outros eventos que têm o objetivo de deixar nossos corações apreensivos para que a elite globalista possa implementar as mudanças profundas que tanto deseja.
A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?
Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!
Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!
Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.
Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"
"Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas." [Lucas 21:26].
Uma das principais profecias do fim dos tempos é que as coisas ficarão tão ruins que as pessoas terão ataques cardíacos. Quão grave ficará a situação? Até as "virtudes do céu serão abaladas".
Embora essa profecia se refira à Tribulação, não me lembrei de outra que estivesse tão ligada com os inúmeros acontecimentos em que a vida normal de centena de milhões de pessoas está sendo abalada. Da mesma forma como uma árvore é sacudida violentamente e seus frutos caem no chão, as vidas das pessoas em todo o mundo estão sendo abaladas como nunca antes.

Eventos Que Estão Abalando o Mundo
Vamos examinar algumas dessas notícias tão arrepiantes que estão abalando o mundo.
Resumo da Notícia: "É hora de entrarmos em pânico?", Sydney Morning Herald, 7 de outubro de 2008.
"O plano de US$ 700 bilhões para o socorro financeiro, aprovado na sexta, foi recebido como o salvador econômico — mas não conseguiu impedir que o medo se espalhasse por toda a economia mundial. Medidas desesperadas dos governos da Europa e da América do Norte para regular o sistema bancário não impediram o pânico nos mercados mundiais em meio ao aumento das perdas, devido à extensão da crise financeira... A economia mundial está apavorada. Os consumidores prevêem tempos difíceis e estão economizando, os bancos não confiam uns nos outros e estão relutantes em emprestar dinheiro, e os mercados estão em pânico, pois o socorro americano não conseguiu impedir que o centro financeiro em Wall Street e os mercados do mundo caíssem ainda mais."
Resumo da Notícia: "Consultores orientam clientes a não vender durante o pânico", The State, 7 de outubro de 2008.
"Em meio a um dia de pânico em Wall Street, consultores financeiros da região de Columbia aconselharam seus clientes a manterem a calma. A maioria das pessoas investe em ações para obter ganhos financeiros no longo prazo, de modo que não há necessidade de vender as ações no meio desta crise... “Existe um clima de pânico operando dentro do sistema”, disse Steven Mann, professor de Economia na Escola de Administração Moore, da Universidade da Carolina do Sul."
“Como resultado, as ações e os fundos de previdência privada se desvalorizam. No papel, as pessoas perdem dinheiro. Na Anchor Investment Management LLC, os clientes estão preparados para aguardar a longa reforma”, disse Pat Dorn, executivo-chefe da agência. “A empresa investe em ações conservadoras para pessoas que querem ganhar dinheiro para a aposentadoria."
“Quem vender agora sairá quando o mercado está em baixa e terá prejuízo”, disse ele.
Resumo da Notícia: "As Pessoas Estão em Pânico", The State, 7 de outubro de 2008.
"No primeiro dia, o plano de US$ 700 bilhões não ajudou. Só o contrário... Na Ásia, na Europa e em Wall Street, houve um temeroso processo de vendas internacionais, enquanto as autoridades do governo trabalhavam em um plano que os investidores temiam que fosse tímido e já atrasado para impedir uma recessão mundial. Enquanto os mercados em todo o mundo se agitavam em meio à ansiedade que se alastrou rapidamente, as autoridades em Washington trabalhavam às pressas para implementar um novo plano financeiro e injetar mais dinheiro no sistema bancário."
Pânico e ansiedade parecem ser as palavras do momento. E devem ser, pois esse é o plano dos Illuminati. Quanto mais pânico as pessoas sentirem, mais provável é que cooperem com os banqueiros globais, que querem desesperadamente obter todo controle, o tipo de controle que uma economia fascista lhes dará.
Esses banqueiros e líderes políticos já são podres de ricos; o que querem agora é o controle absoluto, e isto significa uma economia fascista controlada pelo governo.
Resumo da Notícia: "Alemanha se Complica à Medida Que a Europa Cai no Buraco", The Telegraph (Londres), 7 de outubro de 2008.
"Enfrentamos um perigo extremo. A não ser que haja uma intervenção imediata em cada frente, com todas as principais potências agindo em conjunto, corremos o risco de uma desintegração da economia global em questão de dias. Ninguém será poupado, a não ser aqueles que possuem barras de ouro."
Resumo da Notícia: "Crise Financeira: Bancos Islandeses Venderão Ativos para Fortalecer o Sistema Financeiro", The Telegraph (Londres), 6 de outubro de 2008.
"O primeiro-ministro islandês, Geir Haarde, confirmou que os principais bancos do país concordaram em vender seus ativos estrangeiros e reduzir suas atividades no exterior, já que há pressão sobre o governo para garantir um acordo para socorrer o debilitado sistema financeiro."
Os bancos centrais de todo o mundo agiram em conjunto pela primeira vez na história!
Resumo da Notícia: "Fed participa de esforço global para conter a crise de crédito", Reuters News, 7 de outubro de 2008.
"Nova York (Reuters) — O Fed atuou como uma financeira comercial de último recurso na terça-feira, enquanto várias nações lutavam individualmente para retardar a crise financeira global, apesar dos apelos para uma ação conjunta."
Observe a frase: "Várias nações lutavam individualmente para retardar a crise financeira global".
Em outras palavras, os bancos centrais de todo o mundo subitamente começaram a coordenar seus esforços para "solucionar" a crise financeira que eles mesmos criaram! Esse esforço coordenado criará exatamente o tipo de sistema financeiro global que os Illuminati tanto desejam. Depois de "solucionar" a crise com seus esforços coordenados, eles receberão os aplausos pela cooperação, facilitando a continuação dessa nova cooperação global, até que uma silenciosa e quase imperceptível fusão em um cartel bancário global unificado ocorra de forma natural.
Antes de a crise bater forte, diversos fatores poderosos sempre evitaram que os bancos centrais do mundo desenvolvido iniciassem um óbvio plano coordenado de ação. Assim, a nova regulação bancária mundial está se formando diante de nossos olhos, e estamos permitindo que isso aconteça, porque nos sentimos aliviados pelo fato de um colapso financeiro global ter ser evitado. Estamos literalmente trocando nossa independência financeira por segurança financeira.
A próxima notícia mostra outro aspecto desse esforço coordenado.
Resumo da notícia: "Austrália Reduz a Taxa Juros, Fazendo Aparecer o Espectro de uma Resposta Global Coordenada à Crise de Crédito", Bloomberg Financial News, 7 de outubro de 2008.
"O Banco Central da Austrália reduziu a taxa de juros em um ponto percentual, a maior redução desde a recessão em 1992, causando reflexos nas bolsas asiáticas por causa da especulação que outros países farão o mesmo para liberar os mercados de crédito. “Rumores estão circulando que a atitude agressiva tomada hoje pelo Banco de Reserva da Austrália é o começo de uma redução coordenada das taxas de juros pelos bancos centrais de todo o mundo”, disse Katie Dean, uma economista-sênior do grupo financeiro Australia & New Zealand Banking Group Ltd, em Melbourne."
A ordem do dia é: Redução coordenada das taxas de juros pelos bancos centrais de todo o mundo! As ações coordenadas por parte dos bancos centrais criarão o sistema bancário global que os Illuminati desejam.
Voltemos às notícias "aterrorizantes":
Resumo da Notícia: "Alemanha Garante as Contas de Poupança para Evitar o Pânico", Financial Times, 5 de outubro de 2008.
"A Alemanha disse no domingo que garantirá todas as contas nos bancos privados — atualmente no valor de 568 bilhões de euros — em uma medida dramática para evitar retiradas causadas pelo pânico, já que o pavor da crise financeira mundial se espalha pela maior economia da Europa."
Resumo da Notícia: "Congresso Aperta o Botão “Pânico”", Salon.com, 25 de setembro de 2008.
"Enquanto George Bush expressa sua visão pessimista, os representantes e senadores no Congresso discutem se é pior aprovar ou rejeitar o plano de socorro financeiro. E os republicanos estão ficando nervosos."
Qual seria o objetivo desse "pânico", no que se refere ao Plano dos Illuminati?
Eventos estão planejados para aterrorizar a população de maneira tal que ela aceite abrir mão de suas liberdades e do governo constitucional em troca de "paz e segurança". Temos afirmado várias vezes que, no momento certo em meio ao pânico absoluto, o presidente dos Estados Unidos aparecerá na televisão anunciando que, para poder lidar com o pânico, ele suspenderá "temporariamente" a Constituição, a Carta de Direitos e todas as outras liberdades e que dissolverá o Congresso e a Suprema Corte. Desse momento em diante, a FEMA (Agência Federal de Gerenciamento de Emergências) executará todas as ordens presidenciais.
Mas, segundo o velho plano iluminista para produzir o Anticristo, o presidente garantirá a todos os "concidadãos" que ele será um ditador somente pelo tempo "necessário" para eliminar os inimigos da paz e restaurar a ordem. Os progressistas o seguirão porque confiam instintivamente no grande governo controlador; os moderados o seguirão porque ele parece ser um sujeito tão simpático e também prometeu restaurar a prosperidade nacional.
Por quanto tempo o presidente deterá esses poderes ditatoriais? Veja as palavras do documento intitulado "Protocolos dos Sábios de Sião":
"... prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência. É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado." [Protocolo 11 — O Estado Totalitário].
O Plano dos Illuminati utiliza o pânico como um instrumento operacional para obter o controle total.
Enquanto isto, as palavras de Jesus são verdadeiras e ecoam bem alto: "Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas." [Lucas 21:26].
Não se deixe enganar. O mundo está caminhando para as profecias finais sobre o Anticristo e seu reinado de sete anos.
Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada?
Você está protegendo seus amados da forma adequada?
Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.
Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.
Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui:
Que Deus o abençoe.

Tradução: Marcelo N. Motta, Blog PensandoBiblicamente
Data de publicação: 15/10/2008
A Espada do Espírito:http://www.espada.eti.br/n2319.asp