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segunda-feira, 30 de junho de 2014

O Plano Demoníaco de Albert Pike Para a Implementação da Nova Ordem Mundial

Albert Pike foi o Grande Comandante da Maçonaria norte-americana de 1859-1891. Durante seu mandato, teve uma visão de como a Nova Ordem Mundial poderia ser estabelecida.
O Plano previa três guerras mundiais. A Primeira e a Segunda Guerra Mundial ocorreram exatamente conforme previsto. O Plano prevê que o Anticristo surgirá a partir da fumaça, poeira e destruição causada por uma Terceira Guerra Mundial, que será travada entre árabes e israelenses. Essa guerra agora está iminente!!
A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?
Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!
Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!
Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"
Já falamos muitos sobre Albert Pike em outros arquivos em que examinamos em detalhes seu monumental guia de ensino maçônico intitulado Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry [leia a resenha]. Pike foi o Grande Comandante da Maçonaria norte-americana de 1859-1891. Durante seu mandato, teve uma visão global do que a Maçonaria poderia alcançar, e usou seu imenso intelecto para cumprir essa visão. Conseqüentemente, ele foi considerado o maior líder maçom do seu tempo e, talvez, o maior de toda a história.
Antes de avançarmos no nosso estudo, vamos aprender alguns fatos biográficos sobre Albert Pike. Ele foi um herói confederado na Guerra Civil Americana e tornou-se líder da Maçonaria no país após a guerra. Pike é considerado o maior líder da Maçonaria de todos os tempos, pois:
Era reconhecidamente um gênio;
Falava 16 idiomas fluentemente;
Formou-se pela Universidade de Harvard;
Alcançou a patente de General-de-Brigada do Exército Confederado na Guerra Civil;
Conhecia perfeitamente o sistema ocultista judaico, a Cabala, o sistema fundamental da Nova Ordem Mundial.
Albert Pike assumiu a liderança da Maçonaria nortista, fez sua base no "Templo da Compreensão", na capital Washington, situado treze quarteirões ao norte da Casa Branca e em linha reta ao grande obelisco maçônico chamado Monumento a Washington [Conheça maiores detalhes lendo o artigo N1040, "Símbolos Maçônicos de Poder na Capital Washington"]. Quando Andrew Johnson sucedeu Abraham Lincoln, Pike tinha acesso irrestrito à Casa Branca, pois Johnson era maçom.
A tremenda visão de Albert Pike sobre qual poderia ser o futuro global da Maçonaria mais o fato de ter os ouvidos do Presidente dos EUA, colocaram a Maçonaria norte-americana na liderança na força propulsora para a Nova Ordem Mundial. Durante o período de tempo que vai do presidente Johnson até Harry S. Truman, muitos presidentes foram maçons, ao mesmo tempo em que progresso real e concreto estava sendo feito para avançar os objetivos globais da Nova Ordem Mundial. Considere os presidentes nesse período de tempo:
Andrew Johnson, 1865-1869
James Garfield, 1881
William McKinley, 1897-1901
Theodore Roosevelt, 1901-1909
William Howard Taft, 1909-1913
Warren G. Harding, 1921-1923
Franklin Delano Roosevelt, 1933-1945
Harry S. Truman, 1945-1953.

Assim, no período de tempo pivô desde a Guerra Civil até o início da Guerra Fria, em muitos desses anos houve um maçom ocupando o cargo de presidente. Para ser exato, no período de tempo de 1865-1953, um período de 88 anos, presidentes que eram maçons ocuparam a Casa Branca por 44 desses anos! Se você ouvir nosso Seminário 2 [que pode ser adquirido em fitas cassetes no site da The Cutting Edge], verá que os ocultistas colocam grande fé nos números. Onze é um de seus números mais sagrados, e as multiplicações de 11 também são sagradas. Essa é uma das razões por que os maçons reverenciam o número 33, pois é o número sagrado 11 vezes 3, o número da trindade. [Temos um tratado completo sobre o assunto da Crença Ocultista em Números nos artigos CE1024 e CE1070, disponíveis no site da The Cutting Edge. Nota de A Espada do Espírito: Esses dois artigos não estão traduzidos; no entanto, um terceiro artigo, N1478, "33 33 33 = 666: O Raciocínio Satânico da Nova Ordem Mundial", trata dos mesmos assuntos.].
Lembre-se simplesmente disto sobre o poder e capacidade de os ocultistas atingirem seus objetivos:

1. O poder deles é sobrenatural, mas é luciferiano.
Abra sua Bíblia em Jó 1:6, para ver a capacidade sobrenatural de Satanás causar estragos neste mundo.
"E num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles. Então o SENHOR disse a Satanás: Donde vens? E Satanás respondeu ao SENHOR, e disse: De rodear a terra, e passear por ela.".

A resposta de Satanás a Deus foi: "De rodear a terra, e passear por ela."
Isso é incrível, mesmo para os padrões modernos, pois pensamos que a Terra seja muito grande. No entanto, para Satanás, a Terra não é muito grande, pois ele pode rodeá-la e passear por ela. A figura aqui é como a de um jardim; você certamente pode ir de um lado a outro e passear por um pequeno jardim, não pode?
Para você, o jardim não é um lugar muito grande e você é o dono indiscutível dele. Similarmente, a Terra é assim para Satanás. Para esse demônio sobrenatural, a Terra é realmente um lugar pequeno, e seus habitantes humanos estão vulneráveis a ele.
Nós, humanos, não entendemos o poder de Satanás e de suas hordas demoníacas, pois não somente eles são mais fortes que qualquer ser humano, mas odeiam a humanidade com fervor, por que fomos criados "à imagem e semelhança de Deus". Isso me traz ao Ponto 2 em minha discussão sobre o poder e a capacidade dos ocultistas atingirem seus objetivos.

2. Deus controla até mesmo as hordas demoníacas e o líder delas, Satanás.
Deus controla os eventos mundiais. Satanás e suas hordas de demônios não podem fazer nada que não seja permitido por Deus. Quando Deus força Satanás a manipular seus agentes humanos para realizar alguma coisa que cumpra a profecia bíblica, Deus recebe a glória. É por isso que Deus disse tão enfaticamente, referente ao cumprimento das profecias: "Buscai no livro do SENHOR, e lede; nenhuma destas coisas faltará com a sua companheira; porque a minha boca tem ordenado, e o seu espírito mesmo as tem ajuntado." [Isaías 34:16]
Em outras palavras, todas as profecias que saíram da boca de Deus serão cumpridas. O maior exemplo da onipotência de Deus prevalecendo sobre a rebelião de Satanás é o renascimento da nação de Israel, exatamente como predito. Satanás detesta Israel, pois Israel é o povo escolhido de Deus. Se Satanás tivesse liberdade de ação, teria movido céus e terra para impedir que Israel voltasse à sua terra como uma nação, em 1948. Na verdade, ele tentou impedir que isso acontecesse, quando usou Adolf Hitler poderosamente para tentar exterminar todos os judeus. No entanto, ele falhou, e Israel voltou à sua terra, como Deus tinha predito!
Agora, vamos retornar a um dos maiores ocultistas da história, Albert Pike. Como a maioria dos ocultistas, Pike tinha espíritos-guia sobrenaturais, que lhe ensinavam "Sabedoria Divina" sobre como atingir a Nova Ordem Mundial. Um “espírito-guia” é um “ser” que vem ao encontro de alguém que tenha se envolvido na prática do ocultismo; no entanto, compreenda que muitas pessoas que praticam as religiões da Nova Era não vêem isso como uma coisa má. Na verdade, elas rebatem veementemente, dizendo que ficam repletas de alegria e de felicidade com a interação com seus "espíritos-guia", não percebendo que estão sendo temporariamente enganadas por Satanás que, juntamente com seus demônios, pode aparecer como anjo de luz para enganar ["E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros de justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras." — 2 Coríntios 11:14-15.].

Assim, Pike recebeu uma visão demoníaca, descrita em seguida. Em 22 de janeiro de 1870, Albert Pike e Giuseppe Mazzini, um de seus co-conspiradores internacionais, publicaram o Plano para estabelecer a Nova Ordem Mundial. Esse plano foi mantido em grande segredo, revelado dentro dos círculos da Maçonaria, desde o tempo de sua concepção, somente aos outros conspiradores Iluministas ocultistas. [Essa informação foi obtida em um livro escrito por um ex-luciferiano Iluminista, Doc Marquis. O nome do livro é Secrets of the Illuminati (leia a resenha) e revela muitos detalhes ocultos que antigamente só eram conhecidos dos Iluministas.
O Plano secreto de Pike para controlar o mundo previa a necessidade de três guerras mundiais. Pare aqui por um momento para lembrar a data dessa predição: 22 de janeiro de 1870. Essa data é 44 anos antes do início da Primeira Guerra Mundial. Uma vez que você compreenda os fatos que vamos compartilhar e perceba a extensão do tempo entre essa predição e o início do seu cumprimento, poderá compreender como forças sobrenaturais estavam realmente em controle. Além disso, 22 de janeiro de 1870 também tem significado ocultista. O número 22 é um dos três números primários importantes para os ocultistas [11, 22 e 33].
O Plano de Pike de derrubar a Velha Ordem Mundial baseada no judaísmo e no cristianismo e estabelecer a satânica Nova Ordem Mundial previa a necessidade de guerra. No entanto, essa guerra não seria o tipo de guerra com o qual o mundo estava habituado a ver. Essa guerra deveria ser em uma escala muito maior do que já registrada na história. Seria uma guerra mundial, global.
Os detalhes desse Plano de Pike [de 22 de janeiro de 1870] de três Guerras Mundiais para estabelecer a Nova Ordem Mundial são como segue: (Ao ler essa profecia demoníaca, lembre-se do conceito ocultista da Tese batalhando contra a Antítese, para produzir um novo sistema, chamado Síntese. A Primeira e a Segunda Guerra Mundial foram travadas para estabelecer a Antítese, e criar a Guerra Fria, aquele "conflito controlado ou ameaça de conflito" que produziria o novo sistema, a Síntese.).

1. A Primeira Guerra Mundial foi planejada para permitir que o governo czarista na Rússia fosse totalmente derrubado. O novo governo russo foi previsto como ateísta e militarista. Além disso, Pike especificou que esse novo governo russo seria comunista. Karl Marx tinha publicado seu Manifesto Comunista em 1848, exatamente 22 anos antes dessa profecia ocultista por meio de Albert Pike. Não é interessante que o número ocultista 22 continue aparecendo? Os números múltiplos, 44 e 66 também aparecem, como veremos em instantes.
A história registra que essa Primeira Guerra Mundial realmente ocorreu como descrito. As potências ocidentais na Europa, em conjunto com os EUA, financiaram a expedição de Lênin até a Rússia, financiaram seu governo, e depois disso, financiaram o comunismo russo pelo menos uma vez a cada década dali para frente.

2. A Segunda Guerra Mundial foi prevista para originar entre a Grã-Bretanha e a Alemanha. Entretanto, um dos resultados planejados dessa guerra era fortalecer o novo governo comunista russo, para que ele enfraquecesse e destruísse os outros governos e religiões.
A história registra novamente que a Segunda Guerra Mundial, realmente cumpriu esse objetivo. A guerra iniciou quando a Alemanha invadiu a Polônia, fazendo com que a Grã-Bretanha declarasse guerra à Alemanha. Em breve, a trinca de potências envolveu-se nessa guerra. Os ocultistas de Magia Negra aliaram-se quando a Alemanha firmou um pacto com a Itália e com o Japão; os ocultistas de Magia Branca aliaram-se quando a Grã-Bretanha uniu-se com os EUA e com a Rússia. Não se engane; essa guerra ocorreu entre duas forças da Nova Ordem Mundial, a aliança "maligna" das Potências do Eixo, e a aliança "boa" das Potências Aliadas; a guerra foi entre as forças de Magia Negra contra as forças da Magia Branca.
Certamente, a visão de Pike, de a Segunda Guerra Mundial transformar o comunismo russo em uma superpotência foi cumprida em um nível surpreendente. Os historiadores sempre ficaram perplexos e nunca conseguiram compreender por que Churchill e Roosevelt entregaram toda a Europa Oriental aos soviéticos, se a preponderância de poder estava contra eles. Claramente, quando Roosevelt e Churchill cederam toda a Europa oriental aos russos, o governo comunista da Rússia, agora conhecido como URSS [União das Repúblicas Socialistas Soviéticas], completou sua transição para superpotência, exatamente como previsto na visão de Pike.
E, não nos esqueçamos que a Segunda Guerra Mundial deu à Rússia capacidades que ela não possuía antes da guerra. Não somente criamos as forças militares russas em um nível aterrorizador, mas também construímos fábricas inteiras ao leste de Moscou, que deram à Rússia uma grande base industrial. Embora a Rússia tenha pago muito alto em vidas humanas durante a guerra, emergiu do conflito como uma superpotência. Graças a Roosevelt, a Rússia agora tinha um reino para acompanhar sua nova base militar e industrial.
Agora, você sabe que o maçom Franklin Delano Roosevelt deu esse território à Rússia simplesmente e somente por que estava sendo fiel à visão de Pike em 1870! Você nunca lerá essa verdadeira história em nenhum de seus livros!!

3. A Terceira Guerra Mundial foi prevista para ser entre o judaísmo e o islamismo. Essa profecia é incrível sob muitos aspectos, começando com o fato de essa profecia sobre uma Terceira Guerra Mundial ter sido feita em 1870, quando Israel ainda não existia como país e quando somente os cristãos fundamentalistas acreditavam que Israel voltaria a existir novamente.
Observe os eventos em Israel atentamente, pois o capítulo final está sendo escrito ali. Os “espíritos-guia” demoníacos da Maçonaria, dos líderes do Plano da Nova Ordem Mundial, estão planejando uma Terceira Guerra Mundial final, que iniciará entre Israel e seus vizinhos árabes e se alastrará para todo o mundo. Literalmente, do meio da fumaça e da destruição dessa Terceira Guerra Mundial, o Anticristo entrará em cena!
Agora, aqui está o aspecto mais interessante desse plano demoníaco; ele se encaixa nas Escrituras!! Deus previu o juízo dos Últimos Dias contra os árabes em várias passagens bíblicas, relacionadas a seguir:
Em Obadias, Deus prediz a destruição da Casa de Esaú, particularmente o povo de Edom, nos últimos dias. Deus está prometendo essa libertação, pelo modo de como esses árabes trataram Seu povo escolhido. Embora um julgamento severo tenha caído sobre a nação de Edom no ano 70, ela não foi exterminada, nem foi a destruição pelas mãos de Israel, conforme predito no verso 18, nem foi o cumprimento de juízo nos dias finais, que a Bíblia consistentemente chama de "Dia do Senhor" [verso 15].
Joel 2:18-3:21, Deus prediz tremendos julgamentos de todas as nações do mundo, começando com os árabes, quando Deus "remover o cativeiro" e restaurar Israel, uma data que sabemos foi em 14 de maio de 1948. Leia essa passagem atentamente, e verá a mão de Deus anunciando julgamento em volta de Israel após ele ter sido restaurado em sua terra. Joel 2:30-31 parece predizer guerra nuclear neste tempo.
Israel será livrado milagrosamente da destruição física pelo poder de Deus, mas ficará sob uma ameaça tão grande que o próprio Deus o protegerá de forma sobrenatural. Em Daniel 12:1, vemos que, nos tempos do fim, Israel estará correndo tanto perigo, que o arcanjo Miguel, se levantará para ajudá-lo.
Portanto, podemos colocar grande ênfase e credibilidade nessa visão demoníaca da Terceira Guerra Mundial. Do meio da fumaça e da destruição provocadas por essa guerra, o Anticristo surgirá caminhando triunfantemente, para colocar um fim na guerra e finalmente anunciar as palavras "Paz e Segurança". No entanto, como diz 1 Tessalonicenses 5:1-4, quando as pessoas estiverem dizendo isso, haverá uma repentina destruição.
Os eventos atuais em Israel, que está "cedendo território em troca da paz" não fazem nenhum sentido de outra forma. Os líderes de Israel, alguns dos quais são generais de Exército, têm oferecido seu suporte a esse plano idiota. Militarmente, o plano é um desastre, por cede aos árabes um Estado permanente dentro de Israel, e os militares não poderão defender Israel se o ataque vier a partir de dentro do Estado Palestino. A comunidade judaica ortodoxa é majoritariamente da opinião que esse "Plano de Paz" é uma receita para a guerra, não para a paz. Eles estão certos; esse é o Plano.
Por que, então, tantos líderes israelenses, que deveriam conhecer melhor, estão criando e apoiando esse Plano de dar um Estado aos palestinos, e devolver as Colinas do Golan? Acredito que seja por duas razões:
Eles são humanistas, e, portanto, podem ser enganados por Satanás.
Receberam "garantias concretas" das potências ocidentais que sua segurança será "garantida" se concordarem com esse Plano.
Qualquer que seja a razão, os líderes israelenses liberais criaram esse Plano não-funcional e cumpriram muitas das suas provisões. Agora, com o novo primeiro-ministro conservador no cargo, o cenário pode estar armado para uma explosão, por causa de sua indisposição de avançar com o Plano. E, se ele tentar voltar atrás nas concessões já feitas, o resultado será a guerra!
Observe Israel e os eventos no Oriente Médio. O Anticristo aparecerá durante essa planejada Terceira Guerra Mundial. O cenário já está armado. A visão demoníaca de Albert Pike sobre a necessidade de três guerras mundiais para implantar a Nova Ordem Mundial está quase no final. Agora, você sabe por que tivemos uma quantidade tão grande de guerras e de ameaças de guerra no século XX! Verdadeiramente, Jesus Cristo estava totalmente correto quando disse, em Mateus 24:6 que guerras e rumores de guerra caracterizariam os últimos dias antes do aparecimento do Anticristo!
Lembre-se também de Apocalipse 17:17, que diz:
"Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus."

Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada?
Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para admoestar e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e admoestar as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.
Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui:

Que Deus o abençoe.

Data de publicação: 9/4/2001
Patrocinado por: S. F. F. C. — Vargem Grande Paulista / SP
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n1015.asp

domingo, 29 de junho de 2014

O Anticristo é um Juízo de Deus Sobre o Pecado

Como pode ser isto? Estaria Deus aliançado com o mal?

De modo nenhum, mas Ele permite e usa aqueles que se levantam com poder político e militar superior aos demais, para demonstrar ao homem, que é pecador por natureza, que isto, é tudo o que se pode esperar de um governo humano absoluto, pois, por detrás do mesmo se esconde o engano e o mal, uma vez que Satanás é quem governa sobre o pecado, e usa como seus agentes homens ímpios, que podem inclusive, se disfarçarem em princípio, tanto quanto ele, em ministros de justiça e de paz.

Assim foi permitido à idólatra e ímpia Babilônia exercer um juízo sobre os povos e nações do mundo antigo, e entre eles Israel, em razão da impiedade desenfreada em que viviam, tendo a própria Babilônia sido julgada posteriormente pelo braço forte da coligação medo-persa. Esta, por sua vez, por Alexandre Magno e o que restou do império deste último foi subjugado pelos romanos, e, assim tem ocorrido sucessivamente na Terra, até que se manifeste o último e grande opressor de todas as nações do mundo, o Anticristo, que por fim será destruído, como todos os que lhe apoiarem diretamente, pelo próprio Senhor Jesus Cristo, por ocasião da sua segunda vinda.

Somente a Deus Pai e a Jesus Cristo pertence o governo absoluto, que deve se manifestar tanto externamente, quanto no coração.
Sem isto, não pode haver segurança, justiça e paz, porque quando é buscado por meio do mero canal humano, no fim, sempre se há de cair nos braços e intentos de Satanás.

sábado, 28 de junho de 2014

O Avanço do Controle Total

Por Norbert Lieth

Um software que denuncia crimes antes mesmo que sejam cometidos é ao mesmo tempo fascinante e assustador. Uma experiência no Sul da Inglaterra mostra que isso já é possível. Algo está sendo feito em busca da vigilância total.
No filme de ficção científica “Minority Report”, que se passa em 2054, crimes capitais como assassinatos não ocupam mais as manchetes. Uma unidade especial da polícia, chamada “Pré-Crime”, auxiliada por três paranormais, detecta todos os atos de violência antes que aconteçam, e prende os criminosos potenciais a tempo...
Os produtores desse filme de Hollywood se enganaram em apenas três aspectos: esses sistemas já existem hoje, e não somente em 2054.
Segundo: no mundo real a tarefa dos “videntes” do filme é assumida por um software inteligente.
E, em terceiro lugar: a história não se passa em Washington DC, mas em Portsmouth, no Sul da Inglaterra.

Essa cidade portuária de 200.000 habitantes, no condado de Hampshire, está testando há algum tempo um novo sistema de videovigilância. A característica especial: em vez dos métodos de vigilância normais, que requerem muito pessoal devidamente treinado, esse sistema usa um programa chamado “Perceptrak”, que busca comportamento suspeito nas imagens analisadas e aciona o alarme quando necessário. [1]
O relato também destaca, que atualmente já há 4 milhões de câmeras de vigilância instaladas na Inglaterra, o que representa uma câmera para cada 14 habitantes. Em Londres, por exemplo, é grande a probabilidade de ser filmado até 300 vezes por dia. A organização de direitos civis “Liberty” está preocupada, porque essa tecnologia oferece cada vez mais facilidades para o governo “vigiar cada passo do cidadão”.
O assustador nessa tecnologia é que o indivíduo sente-se cada vez mais vigiado e, em breve poderá ter todos os passos seguidos. Aquilo que pode contribuir para a segurança do Estado forçosamente se tornará um fator de grande insegurança para o indivíduo. Mas é fascinante como a profecia bíblica se mostra atual, como seu cumprimento é exato e como a Palavra de Deus é verdadeira.
Afirmações feitas há mais de 2000 anos estão se realizando diante dos nossos olhos. Algo está acontecendo, aproximando-nos cada vez mais rápido de Apocalipse 13. Está sendo criado um sistema que finalmente servirá de ferramenta ao vindouro Anticristo.

Já há 4 milhões de câmeras de vigilância instaladas na Inglaterra, o que representa uma câmera para cada 14 habitantes.
Se hoje, em alguns lugares um cidadão já é filmado até 300 vezes num só dia, não é difícil imaginar a abrangência que o sistema anticristão terá.
Desde o começo o objetivo de Satanás era “ser como Deus”: 
“Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14.14). 

Portanto, não é de admirar que o diabo tenha seduzido o primeiro casal com este mesmo argumento:
 “Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” (Gn 3.5).

Ser como Deus significa ser onipotente, onisciente, e onipresente. Nenhum anjo, nenhum demônio, nem mesmo Satanás tem essas características. O sistema anticristão final tentará alcançar esse alvo. Todas as pessoas devem ser vigiáveis e influenciáveis em qualquer lugar em que estiverem. Isso dará ao Anticristo um poder imensurável, pois aquele que tem controle total e consegue observar qualquer pessoa, também pode influenciar e determinar as ações de qualquer um. Ele pode tirar alguém do meio do trânsito, excluí-lo da sociedade, da vida em comunidade e isolá-lo. É exatamente o que a Bíblia prevê a respeito do que já alertamos diversas vezes.
“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.14-18).

A última sedução virá pelo caminho da “sensatez”. Câmeras de vigilância ajudam a prevenir assaltos e sequestros. Elas auxiliam a combater o terrorismo de forma eficiente e a esclarecer acidentes. Quem não concordaria que isso é bom?
Mas o homem influenciado pelo pecado, sempre consegue usar para o mal algo foi planejado para o bem. A descoberta da dinamite e da fissão atômica deveria trazer progresso aos homens, mas foram abusadas e transformadas em formas terríveis de extermínio da humanidade.
Quanto mais o homem se separa de Deus, mais ele buscará a própria onipotência. Ao se fazer independente de Deus, ele mesmo se eleva como se fosse Deus. Mas, em vez de vida, ele encontra perdição e morte.
Se hoje os sistemas de controle já estão tão avançados em tantas áreas, e os desenvolvimentos são cada vez mais rápidos; quão próximo estará o cumprimento do Apocalipse e dos acontecimentos que ele descreve?
Entretanto, nós temos a promessa: 

“Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (Lc 12.32). 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

O Consolo Roubado

Por Norbert Lieth
 "Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor.
Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.
Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas? E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.
“Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro da sua boca e o destruirá pela manifestação da sua vinda” (2 Ts 2.1-8).

Este trecho da Segunda Epístola de Paulo aos Tessalonicenses é um apelo consolador e tranquilizador feito pelo apóstolo à igreja de Tessalônica. Entretanto, pelo poder do Espírito Santo, essa carta também transmite firmeza e certeza às igrejas de todas as épocas até chegar o arrebatamento. Mas essa carta também pode ser entendida como um alerta do apóstolo em relação a todos aqueles que querem abafar a esperança viva dos filhos de Deus, ou seja, a esperança de serem arrebatados antes da Grande Tribulação. Ela é um "libelo" contra aqueles que querem arrancar os filhos de Deus da graça plena de nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso, também Pedro diz aos seus leitores crentes: "Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós" (1 Pe 3.14b-15).

Como se distinguem entre si "o Dia de Jesus", "o Dia do Senhor" e o "Dia de Deus"?
Para melhor entendimento e interpretação da palavra profética, é importante conhecer exatamente a diferença entre "o Dia de Jesus", "o Dia do Senhor" e "o Dia de Deus".
Em 2 Tessalonicenses 2.1, Paulo menciona a "vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" e a nossa "reunião com ele". Com isso Ele se refere ao dia do arrebatamento. No versículo 2 do mesmo capítulo, ele fala do "Dia do Senhor", e a seguir discorre sobre os acontecimentos a ele relacionados. O "Dia do Senhor" se refere à Grande Tribulação, ao juízo de Deus sobre a terra com a subseqüente vinda de Jesus Cristo para o estabelecimento do Seu reino. Esse sistema de ensino e essa diferenciação são encontrados em toda a Bíblia. Um autor diz:
"Segundo a revelação do Antigo Testamento, o Dia do Senhor será um período de juízo que terá seu ponto culminante na vinda de Cristo e será seguido por um período de bênçãos divinas especiais no Milênio". (Hal Lindsey, "O Arrebatamento")

Na primeira carta aos tessalonicenses, o apóstolo Paulo fala principalmente do "Dia de Cristo", e na segunda carta ele fala do "Dia do Senhor". Agora vamos analisar mais de perto estes dois conceitos e também o terceiro período, o "Dia de Deus":

1. O Dia de Cristo
O "Dia de Cristo" foi revelado somente no Novo Testamento e se aplica unicamente à Igreja de Jesus. Por isso, ele está relacionado quase sempre com bênçãos, com promessas e com a esperança da glória de Cristo.
O "Dia de Cristo" foi revelado somente no Novo Testamento e se aplica unicamente à Igreja de Jesus. Por isso, ele está relacionado quase sempre com bênçãos, com promessas e com a esperança da glória de Cristo. Ele diz respeito ao retorno dos crentes renascidos para o reino do Pai (a casa do Pai), mas também ao tribunal de Cristo que vai acontecer nessa ocasião. Seguem alguns exemplos:
“... aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual também vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Co 1.7-8).
"Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus" (Fp 1.6).
"porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a vossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória" (Cl 3.3-4).

Encontramos outras passagens bíblicas sobre o assunto em 1 Coríntios 5.5; 1 Tessalonicenses 4.15-18; Filipenses 1.10; 2.16; 2 Coríntios 1.14; 5.10; 1 Timóteo 6.14; 2 Timóteo 4.8; 1 Pedro 1.7; 4.13 e 1 João 2.28.

2. O Dia do Senhor
O "Dia do Senhor", pelo contrário, não é uma nova revelação, mas já era conhecido no Antigo Testamento. Esse "dia" tem a ver com o justo juízo de Deus que cairá sobre o mundo incrédulo e castigará a rebelião contra Ele. Nesse dia igualmente acontecerá o juízo sobre o povo de Israel e seu restabelecimento espiritual. Trata-se da intervenção evidente e visível de Deus nos acontecimentos deste mundo.
Esse dia é o dia da Grande Tribulação e começa depois do "Dia de Cristo", ou seja, depois do arrebatamento. Ele resultará, finalmente, na vinda de Jesus em poder e glória juntamente com os Seus santos. Por isso ele também é chamado de "as dores" ou "dores de parto" (1 Ts 5.3). Em sua abrangência mais ampla, o "Dia do Senhor" se refere ao estabelecimento do reino de Jesus (Milênio) e conduz à derradeira destruição do antigo céu e da antiga terra. Também a esse respeito seguem alguns exemplos:
O Dia do Senhor é o dia da Grande Tribulação e começa depois do "Dia de Cristo", ou seja, depois do arrebatamento.
"Porque o Dia do Senhor dos Exércitos será contra todo soberbo e altivo e contra todo aquele que se exalta, para que seja abatido. Então, os homens se meterão nas cavernas das rochas e nos buracos da terra, ante o terror do Senhor e a glória da sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra" (Is 2.12 e 19; compare Ap 6.15-17).
"Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor" (At 2.19-20).
"se, de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus" (2 Ts 1.6-8; compare 2 Ts 2.10-12).

Outras passagens bíblicas sobre o "Dia do Senhor" são encontradas em Joel 1.15; 2.1-2; Ezequiel 30.3; Sofonias 1.14; Zacarias 14.4-5 e 8; 1 Tessalonicenses 5.1-5; 2 Pedro 1.16; 3.10 e Judas 14-15.

3. O Dia de Deus
O "Dia de Deus" é – após todos os acontecimentos mencionados anteriormente – o dia em que o próprio Deus triunfará definitivamente; depois que todo o mal tiver sido afastado e tudo estiver implantado na nova situação eterna e permanente, quando Deus será tudo em todos.
O "Dia de Deus" é – após todos os acontecimentos mencionados anteriormente – o dia em que o próprio Deus triunfará definitivamente; depois que todo o mal tiver sido afastado e tudo estiver implantado na nova situação eterna e permanente, quando Deus será tudo em todos. "Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente exclui aquele que tudo lhe subordinou. Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos" (1 Co 15.25-28). Nesse contexto a Palavra diz aos crentes:
“... esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça" (2 Pe 3.12-13).

O consolo roubado
"Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele..." (2 Ts 2.1).
 A primeira parte dessa frase sem dúvida trata do arrebatamento da Igreja de Jesus, pois por intermédio dele ocorrerá a união visível do Noivo com a Noiva (compare também João 14.1-3 nesse contexto).

Nesse versículo lemos em outras versões:
"E agora, uma palavra sobre a volta do nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa reunião para irmos encontrá-lO..." (A Bíblia Viva).
"Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele..." (Edição Revista e Corrigida).

Torna-se evidente que em 2 Tessalonicenses 2.1 Paulo se refere à primeira carta aos tessalonicenses, na qual explicou o arrebatamento em detalhes. Quando ele escreve na segunda carta (2.1):
 “... no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele...", somos forçosamente levados a pensar em 1 Tessalonicenses 4.17: "...e, assim estaremos para sempre com o Senhor", ou na palavra de nosso Senhor Jesus em João 14.3: "...e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também."

O consolo
Em relação ao arrebatamento da Igreja para junto de seu Senhor, está sempre em primeiro plano o consolo e não o temor. Quando a Bíblia fala do arrebatamento, constantemente menciona que a Igreja não precisa ficar entristecida, pois tem um consolo maravilhoso na volta de Jesus.
Em João 14.1, onde o Senhor fala pela primeira vez sobre o arrebatamento dos Seus, Ele enfatiza claramente:
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim."
A primeira parte desse versículo diz na Bíblia Viva:
"Que os corações de vocês não fiquem aflitos..."
"Que os corações de vocês não fiquem aflitos..."

O Senhor disse isso, depois do sermão no Monte das Oliveiras, onde falou sobre a Grande Tribulação ("Dia do Senhor") que virá sobre toda a terra com angústia que nunca houve, e que antecederá Sua vinda em glória (Mt 24.21-22; Lc 21.11). O que o Senhor disse poderia ser traduzido com estas palavras:
"A terra será visitada por um período de juízos, uma grande aflição, e depois Eu voltarei em glória. Mas tenham confiança, não fiquem com o coração pesado. Virei separadamente para vocês e os buscarei para Mim, para que vocês estejam onde eu estiver".
Em 1 Tessalonicenses 4.13 e 18 o apóstolo também fala sobre esse consolo:
 "Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras."
A Igreja recebeu esse consolo e esta esperança viva pela graça e pelo poder do Senhor Jesus.
Em 1 Coríntios 15.51 e versículos seguintes, onde é descrito esse mistério, lemos na finalização:
 "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão" (v. 58).

Paulo também conclui o segundo capítulo, da segunda carta aos tessalonicenses, com este profundo consolo para a Igreja:
"Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. Ora, nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o vosso coração e vos confirmem em toda boa obra e boa palavra" (2 Ts 2.15-17).

O arrebatamento antes da Tribulação
"Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Ts 5.4-5 e 9).

Na primeira carta aos tessalonicenses nos é mostrado claramente que o consolo da Igreja consiste do fato que o arrebatamento nos livrará do dia da ira de Deus (do "Dia do Senhor"):
“... e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura" (1 Ts 1.10).

William McDonald diz:
Aquele por quem esperamos é Jesus, "que nos livra da ira vindoura". Essa descrição de nosso Senhor que voltará pode ser entendida de duas maneiras:
1. Ele nos livra do castigo eterno que merecemos pelos nossos pecados. Na cruz Ele suportou a ira de Deus por nossos pecados. Pela fé em Jesus, o valor da Sua obra na cruz é creditado a nós. Daqui por diante não há mais condenação para nós, por estarmos em Cristo (Rm 8.1).

2. Ele nos livra igualmente da era de juízo que virá sobre esta terra, quando a "ira" de Deus será derramada sobre um mundo que rejeitou Seu Filho. Esse tempo é conhecido como "a Grande Tribulação", ou também o tempo da "angústia de Jacó" (Dn 9.27; Mt 24.4-28; 1 Ts 5.1-11; 2 Ts 2.1-12; Ap 6.1-17 e 10).

Essa "ira de Deus" começará na Grande Tribulação, como se vê claramente em Apocalipse 6.15-17. Também em 1 Tessalonicenses 5 é nitidamente do "Dia do Senhor" que o texto fala, dia que virá como ladrão de noite (vv. 2-3). Mas nesse contexto de juízo e castigo é dito à Igreja que ela será poupada desse dia:
"Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Ts 5.4-5 e 9).

A Bíblia Viva diz no versículo 9: "Porque Deus não nos escolheu para derramar sua ira sobre nós, mas para nos salvar por meio de nosso Senhor Jesus Cristo."

Portanto, em resumo, podemos dizer: sempre que o Espírito Santo nos recorda o tema do arrebatamento, somos lembrados de todo o consolo do Evangelho de Jesus, da esperança da nossa vocação.

Os tessalonicenses foram bem instruídos sobre esse assunto. Por isso eles ficaram tão preocupados quando repentinamente surgiram rumores de que "o Dia do Senhor" (a Grande Tribulação) já havia chegado. Pois estaria acontecendo justamente o contrário do que eles haviam ouvido do apóstolo. Eles logo se preocuparam, ficaram com medo, abalados, surpresos, tristes, e começaram a vacilar. Por quê? Porque haviam abandonado a palavra da graça.

Os ladrões do consolo
Uma vez que os tessalonicenses estavam tão frustrados, Paulo escreveu-lhes:
 “... a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor" (2 Ts 2.2).

Os tessalonicenses haviam permitido que falsos pregadores roubassem seu consolo.
A jovem igreja de Tessalônica vivia num tempo de dura perseguição. Sua fé estava sendo posta à prova. Eles foram afligidos da maneira mais cruel e tiveram que suportar muita aflição e tribulação (2 Ts 1.4-7). Além disso, nessa situação apareceram homens que ensinavam que o "Dia do Senhor" já havia chegado, que eles, portanto, já se encontravam na Grande Tribulação. Já que tinham sido ensinados que o arrebatamento aconteceria antes da Grande Tribulação ou do "Dia do Senhor", podemos entender sua inquietação. Os tessalonicenses estavam fora de si de susto e cheios de repentina insegurança. Será que o "Dia do Senhor" realmente já teria chegado?
Mas, nesse caso, onde estaria a promessa de que antes deveriam esperar o Filho de Deus vindo do céu para livrá-los da ira vindoura (1 Ts 1.10; 5.9)?
Teriam eles esperado em vão pelo arrebatamento? Será que realmente eles estavam sob a ira de Deus por passarem por perseguições e angústias?
Pois eles haviam sido instruídos que não passariam pela ira de Deus, que o Dia do Senhor não os surpreenderia como um ladrão de noite, e que o dia do juízo seria para os outros, que estão fora, não para a Igreja de Jesus. Em 1 Tessalonicenses 5.1-5 havia sido dito a eles:
"Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas."

Os cristãos de Tessalônica haviam sido confundidos totalmente pelas cartas falsificadas. Pretendia-se roubar deles a esperança contida na primeira carta de Paulo. Por isso o apóstolo lhes escreveu em sua segunda carta:
"Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa" (2 Ts 2.15).

Reflitamos sobre isto: se o apóstolo lhes tivesse ensinado que de qualquer maneira eles entrariam no "Dia do Senhor" e a qualquer dia seriam arrebatados em meio à Grande Tribulação, eles não precisariam ter ficado preocupados. Então tudo, apesar de grandes angústias, tentações e perseguições que deveriam esperar, estaria "na mais perfeita ordem". Então teria sido perfeitamente normal para eles que a Grande Tribulação e o "Dia do Senhor" já houvessem chegado, e que assim o arrebatamento já estaria às portas. Então eles até poderiam alegrar-se que a situação já tinha chegado a esse ponto. Mas, conforme meu entendimento, por terem sido instruídos que o arrebatamento aconteceria antes da Grande Tribulação, eles estavam tão frustrados e inseguros.
Paulo disse claramente que o "Dia do Senhor" só diz respeito àqueles que não aceitaram o amor à verdade (que é Jesus), àqueles que não creram e que por isso perecem: "Ora, o aparecimento do iníquo" (o anticristo) "é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça" (2 Ts 2.9-12).
Mas referindo-se à Igreja, ele escreveu:
"Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.
Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa.
“Ora, nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o vosso coração e vos confirmem em toda boa obra e boa palavra” (vv. 13-17).

Existe, portanto, uma clara diferença entre "eles", que serão condenados no "Dia do Senhor", porque rejeitaram a verdade – e aqueles ("vós") que são escolhidos para alcançar a glória em Jesus Cristo, porque creram na verdade.
Evidentemente foi objetivo de o inimigo roubar essa esperança dessa nova igreja de Tessalônica. Por isso ele espalhou sementes falsas entre eles, em uma época quando realmente estavam sendo provados duramente, colocando dúvidas em seus corações e tentando derrubá-los totalmente da base da fé que haviam recebido. Isso chegou aos ouvidos do apóstolo Paulo, que por essa razão escreveu uma segunda carta aos tessalonicenses, carta que deveria ministrar-lhes segurança numa época de insegurança.
Uma mensagem falsificada havia sido propagada entre os membros da igreja, que dizia justamente o contrário daquilo que eles haviam aprendido do apóstolo. Aqui estava operando – ao contrário do Espírito Santo – um espírito enganador. Aqui estava sendo transmitida uma falsa palavra, diferente da Palavra de Deus. E em contraste com as cartas de Paulo, tentou-se introduzir entre os membros dessa igreja uma falsa carta, talvez até com assinatura falsa. Surgiram falsos mestres, que diziam que o "Dia do Senhor" já havia chegado, que a Grande Tribulação, portanto, já havia começado. Eles até diziam apoiar-se no apóstolo Paulo. Por isso Paulo advertiu os tessalonicenses:
“... nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor" (2 Ts 2.1b-2).

Assim procede o inimigo, quando aparece como "anjo de luz": ele adapta sua mentira à verdade da Palavra de Deus. Seus servos, os falsos apóstolos, que se fazem passar por mensageiros de Jesus, anunciam a assim chamada "sã doutrina", mas que é pura heresia. É dessa maneira que Satanás semeia sua semente daninha, que num primeiro momento é muito semelhante à boa semente, mas que no fim nasce como fruto da dúvida (comp. 2 Co 11.13-15).
 "Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa."

Por ser tão grande o perigo da falsificação, Paulo advertiu a respeito (2 Ts 2.2) e disse com ênfase no versículo 3:
 "Ninguém, de nenhum modo, vos engane..."
Além disso, ele voltou a chamar a atenção a respeito no versículo 15 e no final da carta (3.17) mencionou a característica da sua própria assinatura:
"A saudação é de próprio punho: Paulo. Este é o sinal em cada epístola; assim é que eu assino."
"Agora, a minha saudação, que estou escrevendo de próprio punho, como faço no final de todas as minhas cartas, como prova de que ela é na realidade proveniente de mim. Esta é a minha letra" (A Bíblia Viva).
A pregação de que a Igreja ainda terá de passar pela Grande Tribulação rouba-lhe a expectativa de que o arrebatamento poderá acontecer a qualquer momento (1 Co 1.7-8; 1 Ts 1.10; Tg 5.7-8; 1 Pe 4.7; 5.1). Essa doutrina é inimiga da espera pela volta iminente de Jesus, e por isso ensina que o Senhor ainda não voltará ou não pode voltar, porque a Igreja terá que passar primeiro pela Grande Tribulação.
Erroneamente as pessoas que ensinam isso ainda esperam pelo cumprimento de certos sinais dos tempos do fim, antes que o arrebatamento possa ocorrer. Mas não é assim. O arrebatamento pode ocorrer a qualquer momento, pois os sinais do tempo do fim (Mt 24; Mc 13; Lc 21.7ss etc.) referem-se à vinda de Jesus Cristo em glória no "Dia do Senhor" e na maioria dizem respeito a Israel.
Aqueles que esperam que antes do arrebatamento deve ter início a Grande Tribulação e a revelação do anticristo, são pessoas que raramente têm uma visão da graça plena que nos foi dada por intermédio da salvação que Jesus realizou na cruz do Calvário e que nos é anunciada no Evangelho de Cristo.
Naturalmente, também a verdadeira cristandade pode passar por tribulações, perseguições e catástrofes. Também ela pode ser atingida por guerras, miséria, fome, enfermidade e aflição. Sempre foi assim e também hoje esse ainda é o caso em muitas partes do mundo.
A maior parte da Igreja de Jesus sobre a terra é perseguida, como acontece nos países dominados pelo comunismo e pelo islamismo. E isso continuará sendo assim até o arrebatamento. Os cristãos também tiveram que passar pela Primeira e pela Segunda Guerra Mundial. A qualquer tempo pode-se aplicar à Igreja as palavras do Senhor a Pedro:
"Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo" (Lc 22.31), mas igualmente a verdade: "Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça" (v.32a).
Jesus, como o Eterno Sumo Sacerdote, intercede pelos Seus diante de Deus e ora por eles (Jo 17.1; 1 Jo 2.1-2; Hb 6.17-20; 10.19-25). Segundo o meu entendimento, o Senhor não fará a Sua Igreja passar pelos sinais dos juízos, que dizem respeito à Grande Tribulação e ao "Dia do Senhor".
"Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais" (Mt 24.21), que é determinada como juízo para um mundo de incredulidade e rebelião contra Deus. É o que se expressa de maneira muito clara em 2 Tessalonicenses 2.10-12;
"...e com todo o engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça" (compare também 1 Ts 1.9-12).

Se a Igreja tivesse que esperar primeiro a revelação do anticristo e passasse pela Grande Tribulação, ela poderia calcular a época do arrebatamento de maneira bastante precisa, e poderia ter a certeza de que o Senhor ainda não teria vindo. Por isso: não nos deixemos roubar de maneira nenhuma o consolo de sermos arrebatados para junto de Jesus antes da Grande Tribulação!
Mais uma vez digo a todos os crentes renascidos:
"Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós" (2 Pe 3.14b-15).